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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Richard Simonetti – Os Centros devem ter uma sala destinada ao serviço, a chamada câmara de passes

http://www.richardsimonetti.com.br/conteudo/exibir/dadosbiograficos

1 – Que dizer das pessoas que tomam passe todas as semanas? 

Cometem um equívoco. Caem na rotina e tornam o passe inócuo. Devemos buscar seus benefícios quando realmente estivermos precisando. Isso é algo que os dirigentes espíritas precisam enfatizar nas reuniões de fluidoterapia.

 2 – Não obstante as advertências, nota-se que muita gente insiste em tomar o seu passe semanal. Não seria razoável estabelecer um controle? 

Isso seria burocratizar o serviço. O controle deve ser da própria pessoa, consciente de que o passe não é uma hóstia espírita. 

3 – Como devemos nos preparar para o passe? 

Pensar em algo especial para o dia do passe é o mesmo que adotar um comportamento religioso quando chega a morte. Para “encarar” a morte com serenidade deveríamos viver todos os dias como se fosse o último, praticando todo o Bem e evitando todo o mal. Algo semelhante ocorre em relação ao passe. Não se trata da postura para um dia, mas de uma atitude perante da vida, buscando vivenciar a moral evangélica, a condição ideal. 

 4 – Crianças em qualquer idade podem receber o passe? 

Sim, mas em reuniões específicas que o Centro Espírita deve instituir, com passistas preparados para esse serviço. Crianças de tenra idade não devem comparecer às reuniões públicas, onde tendem a ficar inquietas durante as palestras, perturbando-se e perturbando os que ouvem. 

5 – Qualquer pessoa pode aplicar o passe?

 Qualquer pessoa pode doar sangue, desde que esteja em boas condições de saúde. Sendo uma transfusão de energia magnética, o que se exige do candidato ao serviço é que esteja bem, física e psiquicamente, e se disponha às disciplinas do serviço. 

6 – Existe um preparo para ser passista? 

Todo serviço exige esse cuidado. Os Centros Espíritas devem instituir cursos de passes, dando aos candidatos um mínimo de orientação, envolvendo o conhecimento sobre magnetismo, técnicas, posturas, cuidados… 

7 – Qual a melhor técnica para aplicar o passe? 

O passista pode desenvolver várias técnicas, mas, no Centro Espírita, quando o passe é aplicado em muitas pessoas, envolvendo equipes de passistas, deve-se adotar a mera imposição de mãos, a técnica ideal, pela sua simplicidade. 

8 – Alguns Centros Espíritas fazem a aplicação de passes no próprio salão de reuniões, com os passistas postando-se diante das pessoas sentadas. Seria o ideal?

 Os Centros devem ter uma sala destinada ao serviço, a chamada câmara de passes, que os mentores espirituais preparam adequadamente, com a limpeza psíquica do ambiente e a utilização de aparelhos, conforme tem sido descrito pelos videntes. Ocorre que em alguns Centros há o problema de espaço. Então, “quebra-se o galho” no salão. 

 9 – Se o passista não estiver bem, poderá prejudicar o paciente? 

Para prejudicar o paciente seria necessária a intenção do passista, a exprimir-se em pensamentos assim: “quero que você se dane, que fique doente e expluda”. Como a intenção é sempre ajudar, se o passista não estiver bem, o paciente vai depender do concurso dos mentores espirituais, que colaboram no serviço.

Fonte: http://www.richardsimonetti.com.br/pingafogo/exibir/82

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