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domingo, 17 de setembro de 2017

Começa hoje na cidade de Phoenix (capital do Estado do Arizona, EUA)


Começa hoje na cidade de Phoenix (capital do Estado do Arizona, EUA) um Congresso internacional sobre isso que chamamos de "Vida Depois da Morte".
Trata-se do "Afterlife, Research and Education Symposium", que vai reunir 33 especialistas de diversos países, pioneiros em comunicação pós-vida e transições de fim de vida.
Nesse congresso serão tratados, entre outros, temas como esses listados abaixo.
O que os mortos dizem sobre como devemos viver.
Como a sabedoria é canalizada de reinos mais elevados.
Como gravar as vozes da vida após a morte.
Formas de desenvolver e melhorar a mediunidade.
Como ter conexões auto-guiadas para a vida após a morte.
Como ter um círculo com materialização.
As provas da vida após a morte que convencem os céticos.
Formas de ajudar grupos têm conexões após a vida.
Como os psicoterapeutas ajudam nas conexões pós-vida.
Como a transição da morte pode ser maravilhosa.
Como os espíritos estão cooperando conosco.
A importância do cuidado após a morte.
Como se tornar um novo ser humano.
O evento contará com a presença da Coordenadora do IPATI (www.ipati.org), Sonia Rinaldi, referência internacional e pesquisadora na área de Transcomnicação Instrumental (TCI).
A TCI ocupa-se com a comunicação entre vivos e mortos através de aparelhos eletrônicos como, por exemplo rádio, televisão, telefone e computador.
A possibilidade de comunicações com o mundo espiritual sem a interferência direta de um médium foi considerada por diversos inventores no começo do Século XX.
Friedrich Jürgenson, Konstantin Raudive, George Meek, Hernani Guimarães Andrade, Marcelo Bacci, Roberto Landell de Moura, são alguns nomes relacionados ao assunto.
Sônia apresentará o tema "Using Technology to Record Voices from the Afterlife and Nonverbal People’s Minds" (em tradução livre: usando tecnologia para gravar vozes de pessoas - espíritos - de “falecidas”, ou vozes de pessoas - espíritos – “vivas” que não conseguem falar.
Atualmente ela está focando seus trabalhos em um projeto ainda não nominado, mas pode ser chamado de "Dando voz a quem não consegue falar".
Vejamos o que é isso:
As pesquisas nessa área poderão resultar em grande proveito para a Medicina (e subsidiariamente para a Ciência Forense) no sentido de dar voz a quem não consegue falar, como é o caso, por exemplo, de uma pessoa em estado de coma, um enfermo inconsciente, um surdo-mudo-cego não alfabetizado, uma pessoa com afasia severa, uma pessoa idosa com demência senil, um autista não-falante, etc.
O Caso Malu e o Caso Enrico (ver os detalhes no site do Instituto de Pesquisas Avançadas em Transcomunicação Instrumental - IPATI - www.ipati.org) são exemplos já documentados de comunicação com o espírito de pessoas vivas.
Leia mais (texto em Inglês) em:
Sonia Rinaldi - Using Technology to Record Voices from the Afterlife and Nonverbal People’s Minds
http://www.afterlifestudies.org/arei-initiatives-instrumen…/

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Não reclames de nada - Minutos com Haroldo Dutra Dias

USE - União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo

AS DEZ COISAS QUE OS ESPÍRITOS OBSESSORES MAIS GOSTAM EM VOCÊ

1. Que você minta, que não viva a verdade em cada ato, que não faça da vida aquilo que gosta, que procure preponderar os interesses materiais em relação aos conscienciais e que jamais cumpra com sua palavra.

2. Que você tenha dúvida, que se sinta inseguro o tempo todo e que não tenha fé na vida, nas pessoas e nas possibilidades que o universo nos oferece.

3. Que você não estabeleça uma conexão com Deus. Que você acredite que só se vive uma vida. Em especial, que você se concentre em aproveitar a vida no sentido de apenas se divertir o tempo todo. Principalmente, que você não dê atenção a evolução do amor e da consciência. Quanto menos você pensar e agir no sentido de realizar a missão da sua alma, que é o propósito da sua existência, mais você agrada e facilita o trabalho dos obsessores.

4. Que você não se preocupe jamais com os outros. Que não pense em caridade, em bem-estar alheio, em colaborar para a formação de uma sociedade mais digna, justa e elevada. Quanto mais você pensa unicamente nos seus interesses mundanos, mais você agrada e facilita o trabalho deles.

5. Que você jamais perdoe, que sinta muita raiva e desejo de vingar-se das pessoas as quais lhe fizeram mal. Além disso, que você faça valer a sua palavra a qualquer preço, sem compaixão, sem paciência e sem respeito. O tipo de campo de energia produzido por esses sentimentos alimenta muito a força dos obsessores, oferecendo a eles alimento, energia e campo de ação para suas investidas nefastas.

6. Que você jamais estude e que nunca busque o desenvolvimento de seus potenciais. Em especial que você seja acomodado, preguiçoso e sem iniciativa. Quanto menos você cuidar do seu corpo, da sua mente, das suas emoções e do seu espírito, mais você ajudará a facilitar o trabalho. Quanto mais alienado e cético você for, melhor!

7. Que você seja fanático, determinista, inflexível, convicto e fascinado. Quanto menos tolerância, equilíbrio, leveza e sensatez você tiver nos seus atos, mais você contribuirá as estratégias dos obsessores.

8. Que você elimine da sua vida a prece, a meditação e qualquer tipo de prática espiritual. De preferência, que você substitua essas práticas por vícios como drogas, álcool, fumo, alimentação desequilibrada, jogos e 
sexo promíscuo. Quanto mais você abandonar práticas saudáveis, mais você contribuirá para abrir a porta de acesso que liga os obsessores a você.

9. Que a sua disciplina seja muito ruim e que você nunca tenha persistência para seguir seus objetivos, para realizar suas práticas diárias de conexão com Deus e que nunca tenha perseverança em seguir os seus sonhos.

10. Que jamais acredite na sua intuição e que siga apenas a voz da razão e que não confie em nada, absolutamente nada que não seja comprovado cientificamente ou que não tenha relevância acadêmica. Em especial, que você abandone a sua sensibilidade de perceber as coisas e situações, acreditando apenas no que você vê com os próprios olhos. De preferência, quando situações ruins acontecerem em sua vida, vitimize-se e rapidamente encontre um culpado, que certamente não deve ser você.

Fonte: Revista Cristã do Espiritismo.

http://www.mensagemespirita.com.br/md/ad/as-dez-coisas-que-os-espiritos-obsessores-mais-gostam-em-voce

VAMPIRISMO, COMO OS ESPÍRITOS OBSESSORES SUGAM A ENERGIA VITAL DE ENCARNADOS, DESENCADEANDO O APARECIMENTO DE ALGUMAS ENFERMIDADES.



A simbiose prejudicial é conhecida como parasitose mental. Esse processo é tão antigo como o próprio homem. Após a morte, os espíritos continuam a disputar afeição e riquezas com os que permanecem na carne ou arruam empreitadas de vingança e violência contra eles. Na parasitose mental temos o vampirismo. Por esse processo, os desencarnados sugam a vitalidade dos encarnados, podendo determinar nos hospedeiros doenças das mais variadas e até mesmo a morte prematura. Para o mundo espiritual, “vampiro é toda entidade ociosa que se vale indebitamente das possibilidades alheias e, em se tratando de vampiros que visitam os encarnados, é necessário reconhecer que eles atendem aos sinistros propósitos a qualquer hora, desde que encontrem guarida no estojo de carne dos homens”.

O médico desencarnado Dias da Cruz lembra que “toda forma de vampirismo está vinculada à mente deficitária, ociosa ou inerte que se rende às sugestões inferiores que a exploram sem defensiva”. E explica a técnica utilizada pelos espíritos vampirizadores, situando-a nos processos de hipnose. Por ação do hipnotizador, o fluido magnético derrama-se no campo mental do paciente voluntário, que lhe obedece o comando. Uma vez neutralizada a vontade do sujeito, as células nervosas estarão subjugadas à invasão dessa força. Os desencarnados de condição inferior, consciente ou inconscientemente, utilizam esse processo na cultura do vampirismo.

SUGANDO AS ENERGIAS

Justapõem-se à aura das criaturas que lhes oferecem passividade, sugando-lhes as energias, tomam conta de suas zonas motoras e sensoriais, inclusive os centros cerebrais (linguagem e sensibilidade, memória e percepção), dominando-as à maneira do artista que controla as teclas de um piano. Criam, assim, doenças fantasmas de todos os tipos, mas causam também degeneração dos tecidos orgânicos, estabelecendo a instalação de doenças reais que persistem até a morte. Entre essas doenças, Dias da Cruz afirma que “podemos encontrar desde a neurastenia até a loucura complexa e do distúrbio gástrico à raríssima afemia estudada por Broca”.

Relaciona ainda outras moléstias: “pelo ímã do pensamento doentio e descontrolado, o homem provoca sobre si a contaminação fluídica de entidades em desequilíbrio, capazes de conduzi-lo à escabiose e à ulceração, à dipsomania e à loucura, à cirrose e aos tumores benignos ou malignos de variada procedência, tanto quanto aos vícios que corroem a vida moral. Através do próprio pensamento desgovernado, pode fabricar para si mesmo as mais graves eclosões de alienação mental, como são as psicoses de angústia e ódio, vaidade e orgulho, usura e delinqüência, desânimo e egocentrismo, impondo ao veículo orgânico processos patogênicos indefiníveis, que lhe favorecem a derrocada ou a morte”.

Em Nos Domínios da Mediunidade, André Luiz se refere a um caso interessante de um homem desencarnado e uma mulher encarnada que vivem em regime de escravidão mútua, nutrindo-se da emanação um do outro. Ela busca ajuda na sessão do trabalho desobsessivo realizado por um centro espírita e, com o concurso de entidades abnegadas, consegue o afastamento momentâneo do espírito obsessor. Bastou, porém, que o espírito fosse retirado para que ela o fosse procurar, reclamando sua presença. Há muitos casos em que o encarnado julga querer o reajustamento, porém, no íntimo, alimenta-se dos fluidos doentios do companheiro desencarnado e se apega a ele instintivamente.

Em Obreiros da Vida Eterna, André Luiz descreve cenas de vampirismo em uma enfermaria de hospital. “Entidades inferiores, retidas pelos próprios enfermos, em grande viciação da mente, postavam-se em leitos diversos, inflingindo-lhes padecimentos atrozes, sugando-lhes vampirescamente preciosas forças, bem como atormentando-os e perseguindo-os”, afirma. E confessa que os quadros lhe traziam grande mal-estar.

VAMPIRISMO COM REPERCUSSÕES ORGÂNICAS

Na possessão, temos um grau mais avançado de atuação do espírito obsessor, constrangendo de forma quase absoluta a ação do obsediado. Kardec a compreendeu como “uma substituição, posto que parcial, de um espírito errante a um encarnado”. Como se trata de um grau mais avançado de vampirismo, as patologias orgânicas estão sempre presentes.

Dentro desse item de vampirismo com repercussões orgânicas, destacamos os casos de epilepsia e obsessão, como por exemplo no livro Nos Domínios da Mediunidade, caso Pedro. Analisando essa casuística, constatamos que a possessão tem características e mecanismos diversos. No caso Pedro-Camilo, instalou-se ao longo de 20 anos sob a atuação de um único obsessor. Durante esse período, o quimismo espiritual ou a fisiologia do perispírito se desequilibrou e, conseqüentemente, desencadeou distúrbios orgânicos, entre os quais a ameaça de amolecimento cerebral.

No caso Margarida, estabeleceu-se mais efetivamente em dez dias, com organização técnica competente e atuação de uma falange composta de, aproximadamente, 60 obsessores, entre os quais dois hipnotizadores e dezenas de parasitas ovóides, decretando a falência orgânica quase total em virtude do controle do sistema endócrino, da pressão sangüínea e de funções importantes da economia orgânica.

INFECÇÕES FLUÍDICAS

Da mesma maneira como existem infecções orgânicas, acontecem também as fluídicas, resultantes do desequilíbrio mental.

O instrutor Aniceto, em conversa com André Luiz, argumenta que “se temos a nuvem de bactérias produzidas pelo corpo doente, temos a nuvem de larvas mentais produzidas pela mente enferma, em identidade de circunstâncias. Desse modo, na esfera das criaturas desprevenidas de recursos espirituais, tanto adoecem corpos como almas”.

Os homens não têm preparo quase nenhum para a vida espiritual. Em geral, não têm á mínima idéia de que “a cólera, a intemperança, os desvarios do sexo e as viciações de vários matizes formam criações inferiores que afetam profundamente a vida íntima”.

E cada uma dessas viciações da personalidade produz as larvas mentais que lhe são conseqüentes, contaminando o meio ambiente onde quer que o responsável pela sua produção circule ou estagie. Elas não têm forma esférica, nem são do tipo bastonete, como as bactérias biológicas, mas formam colônias densas e terríveis. E tal qual acontece no plano físico, o contágio também pode se verificar na esfera psíquica.

Na condição de parasitismo mental, as larvas servem de alimento habitual, porque são portadoras de vigoroso magnetismo animal.

Para nutrir-se desse alimento, bastará ao desencarnado agarrar-se aos companheiros de ignorância ainda encarnados como erva daninha aos galhos das árvores e sugar-lhes a substância vital.

SUBSTÂNCIAS PARA DOMINAR O PENSAMENTO

Dentro do estudo a que nos propomos, temos de considerar também a produção dos espíritos inferiores desencarnados. As ´substâncias” destrutivas produzidas dentro do quimismo que lhes é próprio atingem os pontos vulneráveis de suas vítimas. Esses produtos, conhecidos como simpatinas e aglutininas mentais, têm a propriedade de modificar a essência do pensamento dos encarnados, que vertem contínuos dos fulcros energéticos dó tálamo, no diencéfalo. Esse ajuste entre desencarnados e encarnados é feito automaticamente, em absoluto primitivismo nas linhas da natureza. Os obsessores tomam conta dos neurônios do hipotálamo, “acentuando a dominação sobre o feixe amielínico que o liga ao córtex frontal, controlando as estações sensíveis do centro coronário que aí se fixam para o governo das excitações e produzindo nas suas vítimas, quando contrariados em seus desígnios, inibições de funções viscerais diversas, mediante influência mecânica sobre o simpático e o parassimpático”.

Temos aí um intrincado processo de vampirismo, que leva as vítimas ao medo, à guerra nervosa, alterando-lhes a mente e o corpo. É possível compreender, assim, os casos de possessos relatados nos Evangelhos, que se curaram de doenças físicas quando os espíritos inferiores que os subjugavam foram retirados pela ação curadora de nosso mestre Jesus ou dos apóstolos.

Por enquanto, os médicos estão às voltas com a extensa variedade de microorganismos patogênicos que devem combater diuturnamente. Mas, no futuro, “a medicina da alma absorverá a medicina do corpo. Poderemos, na atualidade da Terra, fornecer tratamento ao organismo de carne. Semelhante tarefa dignifica a missão do consolo, da instrução e do alivio, mas no que concerne à cura real, somos forçados a reconhecer que esta pertence exclusivamente ao homem-espírito”.

Marlene Rossi Severino Nobre
Associação Médico-Espírita do Brasil.

http://www.mensagemespirita.com.br/md/ad/como-os-espiritos-obsessores-sugam-a-energia-vital-de-encarnados

Ante a Oração


Acatemos na oração a presença da luz que nos descortina a estrada para a Vida Superior, sem prevalecer-nos dela, a fim de queixar-nos de outrem ou espancar verbalmente seja a quem seja, quando a nossa comunhão com Deus e com a Espiritualidade Superior não seja possível em lugar à parte, no silêncio do coração, conforme a recomendação de Jesus.
XAVIER, Francisco Cândido. Sinal Verde. Pelo Espírito André Luiz. CEC.
* * * Estude Kardec * * *

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Preces e Irradiações - Início às 14h30 - 13.09.2017

CAMINHAR JUNTOS



 Ao nos casarmos, decidimos caminhar com alguém ao nosso lado.

Mas é necessário entender que caminhar lado a lado não é dar os mesmos passos.

Caminhar juntos pode apresentar descompassos, tropeços ou mesmo algumas paradas vez ou outra para ajuste dos passos.

Isso porque nós e o caminho vamos modificando na medida que os passos vão se desdobrando.

A estrada se descortina com suas surpresas, próprias de trechos ainda não percorridos.

Naturalmente, no transcorrer do percurso, bifurcações surgem, nos obrigando a tomar decisões, escolher para que lado seguir.

Se, individualmente, temos opções a fazer, diante das encruzilhadas que a vida nos oferece, podendo realizar escolhas pessoais, a vida a dois igualmente apresenta tais momentos.

E se nosso desejo é caminharmos um ao lado do outro, importante que optemos pelas mesmas direções nessas oportunidades.

Assim, as decisões deverão ser tomadas de comum acordo, para que não nos distanciemos um do outro ao longo da jornada.

Nesse caminhar decidiremos o tamanho da família que queremos ter, as datas propícias para o seu crescimento, como será a educação dos filhos.

Tomaremos, ainda, decisões importantes relativas à vida profissional de ambos, dos bens a adquirir, e outras que se fizerem presentes.

Quando não existir o diálogo franco, pela falta de ouvir o outro ou não ceder nos propósitos pessoais, é comum os cônjuges optarem por caminhos diferentes.

Dessa forma, seguem individualmente, como se sozinhos estivessem, e não percebem que o outro não mais caminha ao seu lado.

Haverão de se dar conta muitos passos adiante, muito tempo depois, de que estão caminhando a sós.

É quando surgem os desentendimentos, as discussões tolas, por tudo e por qualquer coisa.

Caminhar juntos é cuidar um do outro, é prestar atenção na direção dos próprios pés para que não se distanciem de quem está ao lado.

Importante lembrar que nenhum de nós é obra acabada a ser descoberta aos poucos pelo outro.

Somos obra em construção, modificada, alterada e estruturada a cada dia.

Ocorre, por vezes, que mesmo depois de anos de caminhada, nos surpreendemos com as ações ou reações do outro. Descobrimos, então, que não conhecemos verdadeiramente quem há tanto tempo está ao nosso lado.

Por isso é necessário atentar para os passos, mas também aprender a ler nos olhos.

Será através dessas janelas da alma que conseguiremos penetrar a intimidade do cônjuge.

Por outro lado, também devemos permitir que ele nos leia nos olhos, que nos examine a alma.

Dessa forma, caminhar lado a lado será mais simples porque iremos acompanhando as mudanças íntimas, a conquista dos valores, os desejos e os sonhos um do outro.

Muitos desistem da caminhada. Outros tantos se permitem afastamentos e passam a seguir sozinhos. Não raro são aqueles que se perdem, em uma bifurcação qualquer.

Será sempre valioso aprendizado se, atentos ao caminhar, seguirmos pela longa estrada, vencendo tropeços, acertando passos e escolhendo juntos os caminhos.

Portanto, sigamos com atenção para que juntos possamos estabelecer belo e venturoso percurso e, finalmente, cheguemos ao destino que ambos idealizamos, em uma data qualquer.



Por Redação do Momento Espírita. Do site: http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=5201&stat=0.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Minutos com Haroldo Dutra Dias - Jesus como guia da humanidade.

Minutos com Haroldo Dutra Dias - Allan Kardec perante dos espíritos mistificadores.

Minutos com Haroldo Dutra Dias - Viver pela fé “Mas o justo viverá pela fé.” (Romanos, 1:17).

Minutos com Haroldo Dutra Dias - Todo sofrimento tem data certa para acabar.

Minutos com Haroldo Dutra Dias - Da palestra: Entre a Terra e o Céu.

Coisas Incríveis - Minutos com Haroldo Dutra Dias

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Fitoterapia - E nos centros espíritas, ela também é aplicada?

Você sabia que a fitoterapia é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e​ está presente no Brasil no cuidado de milhões de pacientes​?
E nos centros espíritas, ela também é aplicada?
O médico espírita Bezerra de Menezes e o médium Eurípedes Barsanulfo popularizaram no século 19 a assistência no centro espírita aos necessitados, aliando o uso da homeopatia e da fitoterapia ao tratamento espiritual.
Leia a matéria que o Correio Fraterno publicou sobre esse assunto 


Reconhecida pela Organização Mundial de Saúde, a Medicina Complementar e Alternativa (MCA) está presente no Brasil no cuidado de milhões de pacientes, que recorrem a técnicas e terapias naturais para o alívio e cura de suas doenças, buscando o equilíbrio físico e emocional. Algumas delas, entendidas como novas nos países ocidentais, são tradicionais e recorrentes em outras sociedades e culturas, como a acupuntura, o do-in e a fitoterapia, que envolve o uso dos princípios ativos das plantas em favor da saúde. Isso sem falar na homeopatia (Hahnemann, 1755) e na manipulação do magnetismo animal (Mesmer, 1744).
No Brasil são inúmeras as possibilidades de tratamentos com uso da medicina complementar, com incontáveis casos de sucesso. Muitos deles inclusive oferecendo soluções não encontradas na medicina convencional.
Foi possivelmente antevendo a quantidade de sofrimentos, dores não-curadas, principalmente da alma, que o médico espírita Bezerra de Menezes e o médium Eurípedes Barsanulfo popularizaram no século 19 a assistência no centro espírita aos doentes e necessitados, aliando o uso da homeopatia e da fitoterapia ao tratamento espiritual.
“Praticamente não houve interrupção do trabalho com a fitoterapia iniciado por Eurípedes Barsanulfo, em Sacramento, MG, que é hoje o coordenador geral desse trabalho no plano espiritual”– explica Rener Leite da Cunha, e à frente do trabalho de assistência nesse segmento há mais de vinte anos, no Centro Espírita Estrada da Luz e em pelo menos três outras casas espíritas em Uberlândia, MG e região, onde chega a atender com a equipe cerca de 1.500 pessoas por mês. 
Desde o século 19, Eurípedes fazia o que chamavam de trabalho de receituário, e distribuía gratuitamente as formulações que ele mesmo preparava na Farmácia Homeopática, tendo a sua mediunidade como um dos instrumentos principais no atendimento de pessoas que vinham de longe para se tratar.1 Através de seu tio Sinhô Mariano, na Fazenda em Santa Maria é que Eurípedes Barsanulfo tornou-se espírita. E logo após a sua desencarnação, foi Sinhô Mariano quem continuou o trabalho no atendimento, ainda por muitos anos. Eurípedes desencarnara muito cedo, em 1918, com apenas 38 anos, vítima da gripe espanhola. A partir de 1959, o médium Langerton prossegue com o trabalho da fitoterapia, em Peirópolis, Uberaba, cujos conhecimentos que detinha sobre as plantas, preparo, acondicionamento, embalagem, indicação, foram aos poucos sendo transmitidos a outras pessoas interessadas, o que propiciou a multiplicação de trabalhadores que formam hoje cerca de 70 grupos semelhantes espalhados pelo Brasil e em cinco países: Alemanha, Holanda, Portugal, Maputo (na África) e Cuba.
“Temos aí o ide e pregai, ensinai, curai os enfermos, expulsai os demônios. Isso é fitoterapia com Jesus” – explica Rener. “Além da parte física, dos recursos das plantas, a fitoterapia obedece à fluidificação da espiritualidade. “Eu posso manipular uma planta, mas na casa espírita o efeito magnético é outro. Os efeitos químicos, biológicos são diferentes”, diz ao recordar o preparo de trinta quilos de  cremes e unguentos no dia anterior a essa entrevista. “Tudo é à base de oração, fluidificação; fazemos tinturas com a planta verde [sabendo-se a hora exata de se coletá-la], extraímos o princípio ativo, magnetizamos a tintura através da fluidificação magnética do médium e da espiritualidade”– comenta. “Quando as energias perispiríticas, que são as energias fluídicas do indivíduo, estão em desequilíbrio, lesionam as células e essas células adoecem o corpo físico”– explica Rener, que ao trabalhar no receituário é auxiliado pelos espíritos pela mediunidade auditiva. “Os assistidos vão sendo tratados desde a entrada no Centro, através da equipe espiritual, da palestra que ouvem sobre o Evangelho, até a saída, com seus frascos de medicamentos à base de plantas, distribuídos gratuitamente”– conclui.

1- Eurípedes Barsanulfo, o apóstolo da caridade, de Jorge Rizzini (Ed. Correio Fraterno) e  O homem e a missão, de Corina Novelino (Ed. IDE).

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Evangelho no Lar

HORA DO EVANGELHO NO LAR – CAP. II – ITENS 5, 6 E 7 – O PONTO DE VISTA – 12/9/2016 | Centro Espirita Francisco de Assis – CEFA

HORA DO EVANGELHO NO LAR – CAP. II – ITENS 5, 6 E 7 – O PONTO DE VISTA – 12/9/2016 | Centro Espirita Francisco de Assis – CEFA

USE - Intermunicipal de Taubaté

O ponto de vista (II)


Se toda a gente pensasse dessa maneira – ou seja, e desse reduzida importância aos bens terrenos –, dir-se-ia, tudo na Terra periclitaria, porquanto ninguém mais se iria ocupar com as coisas terrenas. Não; o homem, instintivamente, procura o seu bem-estar e, embora certo de que só por pouco tempo permanecerá no lugar em que se encontra, cuida de estar aí o melhor ou o menos mal que lhe seja possível. Ninguém há que, dando com um espinho debaixo de sua mão, não a retire, para se não picar. Ora, o desejo do bem-estar força o homem a tudo melhorar, impelido que é pelo instinto do progresso e da conservação, que está nas leis da Natureza. Ele, pois, trabalha por necessidade, por gosto e por dever, obedecendo, desse modo, aos desígnios da Providência que, para tal fim, o pôs na Terra. Simplesmente, aquele que se preocupa com o futuro não liga ao presente mais do que relativa importância e facilmente se consola dos seus insucessos, pensando no destino que o aguarda.
Deus, conseguintemente, não condena os gozos terrenos; condena, sim, o abuso desses gozos em detrimento das coisas da alma. Contra tais abusos é que se premunem os que a si próprios aplicam estas palavras de Jesus: Meu reino não é deste mundo.
Aquele que se identifica com a vida futura assemelha-se ao rico que perde sem emoção uma pequena soma. Aquele cujos pensamentos se concentram na vida terrestre assemelha-se ao pobre que perde tudo o que possui e se desespera.
O Espiritismo dilata o pensamento e lhe rasga horizontes novos. Em vez dessa visão, acanhada e mesquinha, que o concentra na vida atual, que faz do instante que vivemos na Terra único e frágil eixo do porvir eterno, ele, o Espiritismo, mostra que essa vida não passa de um elo no harmonioso e magnífico conjunto da obra do Criador. Mostra a solidariedade que conjuga todas as existências de um mesmo ser, todos os seres de um mesmo mundo e os seres de todos os mundos. Faculta assim uma base e uma razão de ser à fraternidade universal, enquanto a doutrina da criação da alma por ocasião do nascimento de cada corpo torna estranhos uns aos outros todos os seres. Essa solidariedade entre as partes de um mesmo todo explica o que inexplicável se apresenta, desde que se considere apenas um ponto. Esse conjunto, ao tempo do Cristo, os homens não o teriam podido compreender, motivo por que ele reservou para outros tempos o fazê-lo conhecido.

(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. II, itens 6 e 7.)

Mother Teresa

domingo, 4 de junho de 2017

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sexta-feira, 2 de junho de 2017

Final emocionante de Palestra de Divaldo Franco, na UERJ 2016!

Relação Ao Futuro Crise Do Brasil 2017, Como Devemos Enfrentar? Divaldo ...

DIVALDO FRANCO EU CHOREI MUITO COM ESSE VIDEO

DIVALDO FRANCO (INÉDITO 2017)

DIVALDO FRANCO EU NÃO QUERO SER COITADO EU QUERO SER AMADO

Divaldo Franco - Viagem interior para encontrar a si mesmo (2016)

PALESTRA DE 90 ANOS DIVALDO FRANCO

Ep. 03 Divaldo Franco - Quando Voltar a Primavera

Parte 2 de 4: Vídeo em homenagem aos 90 anos de Divaldo Franco, realizad...

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Há informações consistentes no Evangelho ou de historiadores a respeito do que Jesus tenha feito entre os 12 e os 30 anos de idade?

Aos 101 anos, o norte-americano John Motes se formou no ensino médio na semana passada. Ele deveria ter se formado em 1933, mas por conta de um problema de...

A voz dos anjos... Maravilhosa! Ave Maria (Kimmy Skota)

A oração Pai Nosso na voz de Chico Xavier.

Esse vídeo é muito forte !!! De valor a sua mãe enquanto você tem não deixem de assistir mamães marquem seus filhos. ( Atitude Grande - Mãe ) Clipe oficial > Vi...

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Mundos inferiores e mundos superiores (II)


Nesses mundos venturosos, as relações, sempre amistosas entre os povos, jamais são perturbadas pela ambição, da parte de qualquer deles, de escravizar o seu vizinho, nem pela guerra que daí decorre. Não há senhores, nem escravos, nem privilegiados pelo nascimento; só a superioridade moral e intelectual estabelece diferença entre as condições e dá a supremacia. A autoridade merece o respeito de todos, porque somente ao mérito é conferida e se exerce sempre com justiça. O homem não procura elevar-se acima do homem, mas acima de si mesmo, aperfeiçoando-se. Seu objetivo é galgar a categoria dos Espíritos puros, não lhe constituindo um tormento esse desejo, porém, uma ambição nobre, que o induz a estudar com ardor para os igualar. Lá, todos os sentimentos delicados e elevados da natureza humana se acham engrandecidos e purificados; desconhecem-se os ódios, os mesquinhos ciúmes, as baixas cobiças da inveja; um laço de amor e fraternidade prende uns aos outros todos os homens, ajudando os mais fortes aos mais fracos. Possuem bens, em maior ou menor quantidade, conforme os tenham adquirido, mais ou menos por meio da inteligência; ninguém, todavia, sofre, por lhe faltar o necessário, uma vez que ninguém se acha em expiação. Numa palavra: o mal, nesses mundos, não existe.
No vosso, precisais do mal para sentirdes o bem; da noite, para admirardes a luz; da doença, para apreciardes a saúde. Naqueles outros não há necessidade desses contrastes. A eterna luz, a eterna beleza e a eterna serenidade da alma proporcionam uma alegria eterna, livre de ser perturbada pelas angústias da vida material, ou pelo contacto dos maus, que lá não têm acesso. Isso o que o espírito humano maior dificuldade encontra para compreender. Ele foi bastante engenhoso para pintar os tormentos do inferno, mas nunca pôde imaginar as alegrias do céu. Por quê? Porque, sendo inferior, só há experimentado dores e misérias, jamais entreviu as claridades celestes; não pode, pois, falar do que não conhece. À medida, porém, que se eleva e depura, o horizonte se lhe dilata e ele compreende o bem que está diante de si, como compreendeu o mal que lhe está atrás.
Entretanto, os mundos felizes não são orbes privilegiados, visto que Deus não é parcial para qualquer de seus filhos; a todos dá os mesmos direitos e as mesmas facilidades para chegarem a tais mundos. Fá-los partir todos do mesmo ponto e a nenhum dota melhor do que aos outros; a todos são acessíveis as mais altas categorias: apenas lhes cumpre a eles conquistá-las pelo seu trabalho, alcançá-las mais depressa, ou permanecer inativos por séculos de séculos no lodaçal da Humanidade. (Resumo do ensino de todos os Espíritos superiores.)

(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. III, itens 10 a 12.)

Aliança da Ciência e da Religião


A Ciência e a Religião são as duas alavancas da inteligência humana: uma revela as leis do mundo material e a outra as do mundo moral. Tendo, no entanto, essas leis o mesmo princípio, que é Deus, não podem contradizer-se. Se fossem a negação uma da outra, uma necessariamente estaria em erro e a outra com a verdade, porquanto Deus não pode pretender a destruição de sua própria obra. A incompatibilidade que se julgou existir entre essas duas ordens de idéias provém apenas de uma observação defeituosa e de excesso de exclusivismo, de um lado e de outro. Daí um conflito que deu origem à incredulidade e à intolerância.
São chegados os tempos em que os ensinamentos do Cristo têm de ser completados; em que o véu intencionalmente lançado sobre algumas partes desse ensino tem de ser levantado; em que a Ciência, deixando de ser exclusivamente materialista, tem de levar em conta o elemento espiritual e em que a Religião, deixando de ignorar as leis orgânicas e imutáveis da matéria, como duas forças que são, apoiando-se uma na outra e marchando combinadas, se prestarão mútuo concurso. Então, não mais desmentida pela Ciência, a Religião adquirirá inabalável poder, porque estará de acordo com a razão, já se lhe não podendo mais opor a irresistível lógica dos fatos.
A Ciência e a Religião não puderam, até hoje, entender-se, porque, encarando cada uma as coisas do seu ponto de vista exclusivo, reciprocamente se repeliam. Faltava com que encher o vazio que as separava, um traço de união que as aproximasse. Esse traço de união está no conhecimento das leis que regem o Universo espiritual e suas relações com o mundo corpóreo, leis tão imutáveis quanto as que regem o movimento dos astros e a existência dos seres. Uma vez comprovadas pela experiência essas relações, nova luz se fez: a fé dirigiu-se à razão; esta nada encontrou de ilógico na fé: vencido foi o materialismo. Mas, nisso, como em tudo, há pessoas que ficam atrás, até serem arrastadas pelo movimento geral, que as esmaga, se tentam resistir-lhe, em vez de o acompanharem. É toda uma revolução que neste momento se opera e trabalha os espíritos. Após uma elaboração que durou mais de dezoito séculos, chega ela à sua plena realização e vai marcar uma nova era na vida da Humanidade. Fáceis são de prever as conseqüências: acarretará para as relações sociais inevitáveis modificações, às quais ninguém terá força para se opor, porque elas estão nos desígnios de Deus e derivam da lei do progresso, que é lei de Deus.

(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. I, item 8.)

Coletânea de preces espíritas


Os Espíritos hão dito sempre: “A forma nada vale, o pensamento é tudo. Ore, pois, cada um segundo suas convicções e da maneira que mais o toque. Um bom pensamento vale mais do que grande número de palavras com as quais nada tenha o coração.”
Os Espíritos jamais prescreveram qualquer fórmula absoluta de preces. Quando dão alguma, é apenas para fixar as idéias e, sobretudo, para chamar a atenção sobre certos princípios da Doutrina Espírita. Fazem-no também com o fim de auxiliar os que sentem embaraço para externar suas idéias, pois alguns há que não acreditariam ter orado realmente, desde que não formulassem seus pensamentos.
A coletânea de preces, que este capítulo encerra, representa uma escolha feita entre muitas que os Espíritos ditaram em várias circunstâncias. Eles, sem dúvida, podem ter ditado outras e em termos diversos, apropriadas a certas idéias ou a casos especiais; mas, pouco importa a forma, se o pensamento é essencialmente o mesmo. O objetivo da prece consiste em elevar nossa alma a Deus; a diversidade das fórmulas nenhuma diferença deve criar entre os que nele crêem, nem, ainda menos, entre os adeptos do Espiritismo, porquanto Deus as aceita todas quando sinceras.
Não há, pois, considerar esta coletânea como um formulário absoluto e único, mas, apenas, uma variedade no conjunto das instruções que os Espíritos ministram. É uma aplicação dos princípios da moral evangélica desenvolvidos neste livro, um complemento aos ditados deles, relativos aos deveres para com Deus e o próximo, complemento em que são lembrados todos os princípios da Doutrina.
O Espiritismo reconhece como boas as preces de todos os cultos, quando ditas de coração e não de lábios somente. Nenhuma impõe, nem reprova nenhuma. Deus, segundo ele, é sumamente grande para repelir a voz que lhe suplica ou lhe entoa louvores, porque o faz de um modo e não de outro. Quem quer que lance anátema às preces que não estejam no seu formulário provará que desconhece a grandeza de Deus. Crer que Deus se atenha a uma fórmula é emprestar-lhe a pequenez e as paixões da Humanidade.
Condição essencial à prece, segundo S. Paulo (cap. XXVII, nº 16), é que seja inteligível, a fim de que nos possa falar ao espírito. Para isso, não basta seja dita numa língua que aquele que ora compreenda. Há preces em língua vulgar que não dizem ao pensamento muito mais do que se fossem proferidas em língua estrangeira, e que, por isso mesmo, não chegam ao coração. As raras idéias que elas contêm ficam, as mais das vezes, abafadas pela superabundância das palavras e pelo misticismo da linguagem.
A qualidade principal da prece é ser clara, simples e concisa, sem fraseologia inútil, nem luxo de epítetos, que são meros adornos de lentejoulas. Cada palavra deve ter alcance próprio, despertar uma idéia, pôr em vibração uma fibra da alma. Numa palavra: deve fazer refletir. Somente sob essa condição pode a prece alcançar o seu objetivo; de outro modo, não passa de ruído. Entretanto, notai com que ar distraído e com que volubilidade elas são ditas na maioria dos casos. Vêem-se lábios a mover-se; mas, pela expressão da fisionomia, pelo som mesmo da voz, verifica-se que ali apenas há um ato maquinal, puramente exterior, ao qual se conserva indiferente a alma.

(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXVIII, item 1.)

A reencarnação fortalece os laços de família (III)


Vejamos agora as conseqüências da doutrina anti-reencarcionista. Ela, necessariamente, anula a preexistência da alma. Sendo estas criadas ao mesmo tempo que os corpos, nenhum laço anterior há entre elas, que, nesse caso, serão completamente estranhas umas às outras. O pai é estranho a seu filho. A filiação das famílias fica assim reduzida à só filiação corporal, sem qualquer laço espiritual. Não há então motivo algum para quem quer que seja glorificar-se de haver tido por antepassados tais ou tais personagens ilustres. Com a reencarnação, ascendentes e descendentes podem já se terem conhecido, vivido juntos, amado, e podem reunir-se mais tarde, a fim de apertarem entre si os laços de simpatia.
Isso quanto ao passado. Quanto ao futuro, segundo um dos dogmas fundamentais que decorrem da não-reencarnação, a sorte das almas se acha irrevogavelmente determinada, após uma só existência. A fixação definitiva da sorte implica a cessação de todo progresso, pois desde que haja qualquer progresso já não há sorte definitiva. Conforme tenham vivido bem ou mal, elas vão imediatamente para a mansão dos bem-aventurados, ou para o inferno eterno. Ficam assim, imediatamente e para sempre, separadas e sem esperança de tornarem a juntar-se, de forma que pais, mães e filhos, mandos e mulheres, irmãos, irmãs e amigos jamais podem estar certos de se verem novamente; é a ruptura absoluta dos laços de família.
Com a reencarnação e progresso a que dá lugar, todos os que se amaram tornam a encontrar-se na Terra e no espaço e juntos gravitam para Deus. Se alguns fraquejam no caminho, esses retardam o seu adiantamento e a sua felicidade, mas não há para eles perda de toda esperança. Ajudados, encorajados e amparados pelos que os amam, um dia sairão do lodaçal em que se enterraram. Com a reencarnação, finalmente, há perpétua solidariedade entre os encarnados e os desencarnados, e, daí, estreitamento dos laços de afeição.
Em resumo, quatro alternativas se apresentam ao homem, para o seu futuro de além-túmulo: 1ª, o nada, de acordo com a doutrina materialista; 2ª, a absorção no todo universal, de acordo com a doutrina panteísta; 3ª, a individualidade, com fixação definitiva da sorte, segundo a doutrina da Igreja; 4ª, a individualidade, com progressão indefinita, conforme a Doutrina Espírita. Segundo as duas primeiras, os laços de família se rompem por ocasião da morte e nenhuma esperança resta às almas de se encontrarem futuramente. Com a terceira, há para elas a possibilidade de se tornarem a ver, desde que sigam para a mesma região, que tanto pode ser o inferno como o paraíso. Com a pluralidade das existências, inseparável da progressão gradativa, há a certeza na continuidade das relações entre os que se amaram, e é isso o que constitui a verdadeira família.

(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. IV, itens 21 a 23.)

Deve-se expor a vida por um malfeitor?


Acha-se em perigo de morte um homem; para o salvar tem um outro que expor a vida. Sabe-se, porém, que aquele é um malfeitor e que, se escapar, poderá cometer novos crimes. Deve, não obstante, o segundo arriscar-se para o salvar?
Questão muito grave é esta e que naturalmente se pode apresentar ao espírito. Responderei, na conformidade do meu adiantamento moral, pois o de que se trata é de saber se se deve expor a vida, mesmo por um malfeitor. O devotamento é cego; socorre-se um inimigo; deve-se, portanto, socorrer o inimigo da sociedade, a um malfeitor, em suma. Julgais que será somente à morte que, em tal caso, se corre a arrancar o desgraçado? É, talvez, a toda a sua vida passada. Imaginai, com efeito, que, nos rápidos instantes que lhe arrebatam os derradeiros alentos de vida, o homem perdido volve ao seu passado, ou que, antes, este se ergue diante dele. A morte, quiçá, lhe chega cedo demais; a reencarnação poderá vir a ser-lhe terrível. Lançai-vos, então, ó homens; lançai-vos todos vós a quem a ciência espírita esclareceu; lançai-vos, arrancai-o à sua condenação e, talvez, esse homem, que teria morrido a blasfemar, se atirará nos vossos braços. Todavia, não tendes que indagar se o fará, ou não; socorrei-o, porquanto, salvando-o, obedeceis a essa voz do coração, que vos diz: “Podes salvá-lo, salva-o!” — Lamennais. (Paris, 1862.)

(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XI, item 15.)

A beneficência (III)


Chamo-me Caridade; sigo o caminho principal que conduz a Deus. Acompanhai-me, pois conheço a meta a que deveis todos visar.
Dei esta manhã o meu giro habitual e, com o coração amargurado, venho dizer-vos: Oh! meus amigos, que de misérias, que de lágrimas, quanto tendes de fazer para secá-las todas! Em vão, procurei consolar algumas pobres mães, dizendo-lhes ao ouvido: Coragem! há corações bons que velam por vós; não sereis abandonadas; paciência! Deus lá está; sois dele amadas, sois suas eleitas. Elas pareciam ouvir-me e volviam para o meu lado os olhos arregalados de espanto; eu lhes lia no semblante que seus corpos, tiranos do Espírito, tinham fome e que, se é certo que minhas palavras lhes serenavam um pouco os corações, não lhes reconfortavam os estômagos. Repetia-lhes: Coragem! Coragem! Então, uma pobre mãe, ainda muito moça, que amamentava uma criancinha, tomou-a nos braços e a estendeu no espaço vazio, como a pedir-me que protegesse aquele entezinho que só encontrava, num seio estéril, insuficiente alimentação.
Alhures vi, meus amigos, pobres velhos sem trabalho e, em conseqüência, sem abrigo, presas de todos os sofrimentos da penúria e, envergonhados de sua miséria, sem ousarem, eles que nunca mendigaram, implorar a piedade dos transeuntes. Com o coração túmido de compaixão, eu, que nada tenho, me fiz mendiga para eles e vou, por toda a parte, estimular a beneficência, inspirar bons pensamentos aos corações generosos e compassivos. Por isso é que aqui venho, meus amigos, e vos digo: Há por aí desgraçados, em cujas choupanas falta o pão, os fogões se acham sem lume e os leitos sem cobertas. Não vos digo o que deveis fazer; deixo aos vossos bons corações a iniciativa. Se eu vos ditasse o proceder, nenhum mérito vos traria a vossa boa ação. Digo-vos apenas: Sou a caridade e vos estendo as mãos pelos vossos irmãos que sofrem.
Mas, se peço, também dou e dou muito. Convido-vos para um grande banquete e forneço a árvore onde todos vos saciareis! Vede quanto é bela, como está carregada de flores e de frutos! Ide, ide, colhei, apanhai todos os frutos dessa magnificente árvore que se chama a beneficência. No lugar dos ramos que lhe tirardes, atarei todas as boas ações que praticardes e levarei a árvore a Deus, que a carregará de novo, porquanto a beneficência é inexaurível. Acompanhai-me, pois, meus amigos, a fim de que eu vos conte entre os que se arrolam sob a minha bandeira. Nada temais; eu vos conduzirei pelo caminho da salvação, porque sou — a Caridade. – Cárita, martirizada em Roma. (Lião, 1861.)

(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XIII, item 13.)

Observai os pássaros do céu


Não acumuleis tesouros na Terra, onde a ferrugem e os vermes os comem e onde os ladrões os desenterram e roubam; — acumulai tesouros no céu, onde nem a ferrugem, nem os vermes os comem; — porquanto, onde está o vosso tesouro aí está também o vosso coração.
Eis por que vos digo: Não vos inquieteis por saber onde achareis o que comer para sustento da vossa vida, nem de onde tirareis vestes para cobrir o vosso corpo. Não é a vida mais do que o alimento e o corpo mais do que as vestes?
Observai os pássaros do céu: não semeiam, não ceifam, nada guardam em celeiros; mas, vosso Pai celestial os alimenta. Não sois muito mais do que eles? — e qual, dentre vós, o que pode, com todos os seus esforços, aumentar de um côvado a sua estatura?
Por que, também, vos inquietais pelo vestuário? Observai como crescem os lírios dos campos: não trabalham, nem fiam; — entretanto, eu vos declaro que nem Salomão, em toda a sua glória, jamais se vestiu como um deles. — Ora, se Deus tem o cuidado de vestir dessa maneira a erva dos campos, que existe hoje e amanhã será lançada na fornalha, quanto maior cuidado não terá em vos vestir, ó homens de pouca fé!
Não vos inquieteis, pois, dizendo: Que comeremos? ou: que beberemos? ou: de que nos vestiremos? — como fazem os pagãos, que andam à procura de todas essas coisas; porque vosso Pai sabe que tendes necessidades delas.
Buscai primeiramente o reino de Deus e a sua justiça, que todas essas coisas vos serão dadas de acréscimo. — Assim, pois, não vos ponhais inquietos pelo dia de amanhã, porquanto o amanhã cuidará de si. A cada dia basta o seu mal. (S. MATEUS, cap. VI, vv. 19 a 21 e 25 a 34.)
Interpretadas à letra, essas palavras seriam a negação de toda previdência, de todo trabalho e, conseguintemente, de todo progresso. Com semelhante princípio, o homem limitar-se-ia a esperar passivamente. Suas forças físicas e intelectuais conservar-se-iam inativas. Se tal fora a sua condição normal na Terra, jamais houvera ele saído do estado primitivo e, se dessa condição fizesse ele a sua lei para a atualidade, só lhe caberia viver sem fazer coisa alguma. Não pode ter sido esse o pensamento de Jesus, pois estaria em contradição com o que disse de outras vezes, com as próprias leis da Natureza. Deus criou o homem sem vestes e sem abrigo, mas deu-lhe a inteligência para fabricá-los.
Não se deve, portanto, ver, nessas palavras, mais do que uma poética alegoria da Providência, que nunca deixa ao abandono os que nela confiam, querendo, todavia, que esses, por seu lado, trabalhem. Se ela nem sempre acode com um auxílio material, inspira as idéias com que se encontram os meios de sair da dificuldade.
Deus conhece as nossas necessidades e a elas provê, como for necessário. O homem, porém, insaciável nos seus desejos, nem sempre sabe contentar-se com o que tem: o necessário não lhe basta; reclama o supérfluo. A Providência, então, o deixa entregue a si mesmo. Freqüentemente, ele se torna infeliz por culpa sua e por haver desatendido à voz que por intermédio da consciência o advertia. Nesses casos, Deus fá-lo sofrer as conseqüências, a fim de que lhe sirvam de lição para o futuro.

(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXV, itens 6 e 7.)

Divaldo Pereira Franco

Envie e-mails: ffdsbgde@gmail.com 

01-Divaldo Franco - A SOLIDÃO - Os Quatro Gigantes Da Alma!
https://youtu.be/X6bK1AArp6Q


02-Divaldo Franco - 4° Congresso Espírita Mundial - Mensagem de Bezerra de Menezes
https://youtu.be/cIaoOfvzhGE

03Divaldo Franco - Jesus, o Pacificador - 16/10/2000 - 10/1995
https://youtu.be/5WKmOzVzCuw

04Divaldo Franco falando com familiares de desencarnados - TV Gazeta
https://youtu.be/dzRCDMW9yhA

05-Divaldo Franco - Conversão Íntima
https://youtu.be/HFp1t2uQ3IU

06-Divaldo Franco - A humanidade do 3° Milênio - Espiritismo; uma proposta para uma sociedade feliz
https://youtu.be/bGpLe3OGS7Q

07-Divaldo Franco - Do Inconsciente ao Consciente
https://youtu.be/HsVCF60TVnM

08-Pasmem os senhores - Irmão X - Divaldo Franco
https://youtu.be/CGsxMlA5j9s

09-Divaldo Pereira Franco : A Lei Moral , Evolução e Transição.
https://youtu.be/F2nzV0PLv5Y

10-Divaldo Pereira Franco : vivência do dia a dia
https://youtu.be/xBE4Qefzxs4

11-Divaldo Pereira Franco : Conversas espirituais
https://youtu.be/rBxOMmRYe3M

12-Palestra Divaldo Franco Centro Espírita Perseverança Dona Guiomar - SP
https://youtu.be/JP1NJOwMyYs

13-Palestra - Agressividade - Divaldo Franco
https://youtu.be/sNP-BWr-Arg

14-Divaldo Franco - Cura - Te Pela Mente, Consciência, Saúde Mental 
https://youtu.be/ucuK5In8fVM


15-Divaldo Franco - Você É Aquilo Que Acredita Que Pode Ser Pt.1
https://youtu.be/96Vfb5WE1YU

16-Divaldo Franco - Motivação Para Sermos Felizes, Égo, Negação, Compaixão Pt.4
https://youtu.be/IbsR1ReLfYA

17-Divaldo Franco - Somos Aquilo Que Pensamos, Finalidade Da Vida Pt.2
https://youtu.be/bUQ2DORyO14

18-Divaldo Franco - Vivemos Na Perdição Do Consumismo Do Ter e Se Perdeu O Sentido Da Vida!
https://youtu.be/1KN4fncvv7I

19-Divaldo Pereira Franco : Primeira Palestra 2017
https://youtu.be/QqpnUi44cO8


20-Relação Ao Futuro Crise Do Brasil 2017, Como Devemos Enfrentar? Divaldo Franco -
https://youtu.be/rUYSWzmdj68

21-Como Se Libertar De Espíritos Inferiores Divaldo Franco
https://youtu.be/0Ahay48c_uA

22-Os espíritos que voltarão a reencarnar na Terra (Divaldo Franco)
https://youtu.be/PVXWp_hlbeM

23-As vidas de Joanna de Angelis por Divaldo Franco - documentário en HD (subtitulos en español)
https://youtu.be/GfPeqAimn8A

24-Divaldo Franco - Reencarnação Nascimento De Crianças Da Nova Era Finalidade?
https://youtu.be/kZ7_oLnz_MM

25-Divaldo Franco - Como Se Libertar Do Câncer, Pensamento, Depressão, Suicídio, Doença,Tristeza!
https://youtu.be/rhffiBB8ops

26-Divaldo Franco - Doenças Incuráveis Começa Na Alma e Deve Ser Tratada Na Alma!
https://youtu.be/Vh_NZPfZKRQ

27-Divaldo Franco - Médico Materialista Relata A Colônia Espiritual e o Umbral!
https://youtu.be/vit7jEHNyC8

28-Divaldo Franco - Médico Ateu Que Viu Seu Guia Espiritual E Teve Um Choque! SEMINÁRIO Pt.2
https://youtu.be/MNa4lMzmRnE

29-Entrevista Completa - Divaldo Franco no Jô - 02/09/2016
https://youtu.be/6w-XtpCUQV8

30-Divaldo Franco - Vida De Chico Xavier e Casos ENGRAÇADOS De Divaldo!
https://youtu.be/-gQn16WGwzo

31-Divaldo Franco - Céu e Inferno, Justiça Divina, Ciência E Espiritismo!
https://youtu.be/MJFO1mVfPp4


32-Divaldo Franco - Medo De Amar e Ser Traído, Jogo De Fazer e Receber!
https://youtu.be/K0vDD8CT8_U


33-Divaldo Franco - As Pessoas Se Apaixonam Pela Aparência e Não Pelo Conteúdo! Outros Assuntos!
https://youtu.be/bHkTZyG4918

34-DIVALDO FRANCO NA IRLANDA
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35-TODA HISTÓRIA TEM UM COMEÇO. - DIVALDO FRANCO
https://youtu.be/CgdI5uqavzs

36-Palestra - Metas da Vida - Divaldo Franco
https://youtu.be/ZuL5L68LTzc

37-Palestra - Transtorno de Afetividade, Pessoas Corajosas, Sucesso... - Divaldo Franco
https://youtu.be/gxpLfh3bVLk

38-Palestra - Conceito da gratidão, saúde, mágoa, auto destruição, milagres, Intuição - Divaldo Franco
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39-Divaldo Franco - O Poder Da Oração!
https://youtu.be/b-KqLnUv0Rs

40Palestra - Momentos Na Vida Que Somos Surpreendidos! - Divaldo Franco
https://youtu.be/Lo1__FNgIn8

41-Palestra - A mudança em nossos planos reencarnátorios - Divaldo Franco
https://youtu.be/HMDDtHOerR4

42-Palestra - Metas da Vida - Divaldo Franco
https://youtu.be/ZuL5L68LTzc

43-Palestra - Aprenda a se amar sem egoismo - Divaldo Franco
https://youtu.be/niUmiUe9enM

44-Em busca de paz e equilíbrio - Divaldo Pereira Franco -
https://youtu.be/sf_Bvx-ZHjg

45-Divaldo Franco Como Se Libertar Da Tristeza, Melancolia e Como Superar A Perda De Entes Queridos?
https://youtu.be/F3zQWUXLENc

46-Divaldo Franco - Entrevista no Programa Mais Você
https://youtu.be/xpSkrWHsn-k

47-Divaldo Franco - Como Se Libertar De Doenças E Ter Saúde !
https://youtu.be/XhfBfOKAY_4

48-Divaldo Franco: Quem é Você?
https://youtu.be/-Av_7eN9sn4

49-Em Busca da Felicidade
https://youtu.be/Oal1-K5D720

50-Divaldo Franco - Perguntas Gerais - Parte 1
https://youtu.be/R5QlJMzwARE

51-Divaldo Franco - Mal Olhado e Feitiçaria
https://youtu.be/mmuasoLPzjQ












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"Para mim, as diferentes religiões são lindas flores, provenientes do mesmo jardim.

Ou são ramos da mesma árvore majestosa.

Portanto, são todas verdadeiras."


Mahatma Gandhi


Muita paz, muita luz a todos!

Grandes médiuns e espíritas no mundo

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MOMENTO ESPÍRITA - TEXTOS

Uma Grande Família



“Somos uma grande família dispersa em diversos setores de trabalho com o Espiritismo por nossa bênção de luz. Hoje cada qual de nós permanece em linha particular de luta, mas amanhã estaremos todos novamente reunidos na Vida Real, apresentando, cada qual de nós, a soma dos esforços que levou a efeito para nos desincumbirmos dos sagrados deveres com que fomos agraciados, não é mesmo?”

Chico Xavier – Trecho de carta a D. Neném Aluotto (ex-presidente da União Espírita Mineira) – 08/03/1959.

Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita

Áudio Livro - O Livro dos Espíritos