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TARDE DE AUTÓGRAFO - para o lançamento do livro: “Leila – A filha do Charles”





Convidamos os clientes e amigos para uma tarde de autógrafo com Denise Corrêa de Macedo, para o lançamento do livro: “Leila – A filha do Charles” – A História não revelada de Yvonne A. Pereira, pelo espírito Arnold de Numiers. Dia e Horário: 16 de Setembro das 16h às 18h Local: Livraria Espírita Joanna de Angelis.



Rua do Catete, 347 Loja 11 – próximo ao Largo do Machado
(21) 3259-9901 / 2265-2065 - Rio de Janeiro – RJ  
e-mail : livespja@yahoo.com.br
https://www.livrariaespiritaja.com.br/

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"Mural de Recados"

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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Agindo com bom senso

Como você costuma buscar a solução para os problemas que surgem na sua vida?
Talvez esta pergunta pareça tola, mas o assunto é de extrema importância quando desejamos corrigir o passo e evitar novos tropeços.
O que geralmente acontece, quando desejamos resolver algum problema, é fazer exatamente o caminho mais difícil.
No entanto, como o sucesso da ação depende do meio utilizado ou da estratégia criada para a solução, vale a pena pensar um pouco sobre nossa forma de agir.
Por vezes, nos movimentamos freneticamente para um lado e para o outro, e esquecemos de que movimentos desordenados não nos levarão a lugar nenhum.
Movimentar-se nem sempre significa agir com discernimento.
Comumente confundimos a urgência com a pressa, e atropelamos as coisas.
A situação pode exigir atitudes urgentes, o que não significa apressadas.
Quando agimos apressadamente, sem fazer uso da razão, é mais fácil o equívoco. Quando agimos sob o domínio da emoção, o resultado é quase sempre desastroso.
A emoção não é boa conselheira, quando se trata de resolver questões urgentes.
Um exemplo pode tornar mais fácil a nossa compreensão.
Se uma cobra venenosa nos morde e inocula seu veneno em nosso corpo, o que fazer?
Uns saem correndo atrás da víbora para matá-la, e acabar de vez com o problema, numa atitude insana de vingança.
Seria essa a decisão acertada?
A movimentação só faria o veneno se espalhar rapidamente pela corrente sanguínea, piorando as coisas.
No entanto, a ação mais eficaz seria buscar ajuda o mais breve possível, para evitar danos maiores.
Mas nem sempre a ira nos permite agir sensatamente.
Se uma pessoa nos ofende ou nos contraria frontalmente, geralmente revidamos ou mantemos o efeito do veneno durante dias, meses ou anos...
Ressentimento quer dizer sentir e voltar a sentir muitas vezes.
Quando isso acontece, a mágoa vai se tornando cada vez mais viva e mais intensa.
A ação mais acertada, neste caso, não seria tratar de eliminar o veneno de nossa intimidade?
Para tomar decisões lúcidas, é preciso fazer uso da razão, e não se deixar levar pela emoção.
Quando a emoção governa nossas ações, geralmente o arrependimento surge logo em seguida.
Assim sendo, é importante pensar bem antes de agir para evitar que, em vez de solucionar os problemas, os compliquemos ainda mais.
Se, num momento crítico, a emoção nos tomar de assalto, é melhor sair de cena por alguns instantes, ou deixar que os ânimos se acalmem, antes de qualquer atitude.
Quando agimos com calma, fazendo uso da razão, é mais fácil encontrar soluções definitivas, em vez de piorar as coisas.
*   *   *
Lembre-se de que, em vez de correr atrás da cobra que nos mordeu, é mais racional buscar a solução do problema.
Quando você estiver às voltas com um problema qualquer, lembre-se de que a solução ou a complicação dependerá da sua ação.
Por isso, busque tomar a decisão mais favorável à resolução.
Lembre-se, ainda, de que a pressa nem sempre é boa conselheira e procure agir com sabedoria, que é sinal de bom senso.
Redação do Momento Espírita
Em 19.01.2009.

O grito

Uma boa palavra auxilia sempre. É lamentável se observar como estamos nos esquecendo de cultivar a boa palavra.
Nosso atual vocabulário empobreceu-se muito e, face aos dissabores que nos envolvem a vida, primamos por expressar, pela fala, o mau humor e o desânimo que nos assola.
Basta permaneçamos alguns minutos em uma fila de mercado, de ônibus, de banco, para logo se perceber o início das lamentações, das queixas e o desfilar do rosário da infelicidade.
Quanta vez, em plena rua, alguém nos aborda, rosto transtornado a solicitar uma informação. Onde fica o Hospital, a Delegacia, o Posto de Saúde?
De forma mecânica, indicamos a direção correta ou por vezes, alegando pressa, nos escusamos de perder tempo e desviamos da criatura.
E, no entanto, é um ser que sofre e talvez bastasse uma palavra amiga, a gentileza de explicar em pormenores, de seguir com ele um trecho do caminho, para lhe amenizar a dor.
Recordamos que, certa vez, um homem ouvia em um templo religioso as advertências do orador:Falar é dom de Deus. Se abrimos a boca para dizer algo, saibamos dizer o melhor. É preciso aproveitar todas as oportunidades porque, às vezes, desajudamos quando podíamos ajudar.
O homem saiu dali e agasalhou a mensagem.
Alguns dias depois, nas funções de pedreiro-chefe inspecionava um grande recinto, em fase final de construção, junto com o engenheiro.
O enorme salão estava muito bonito. Acabamento esmerado e pintura, primorosa.
Vamos experimentar a acústica. - Sugeriu o engenheiro. E, virando-se para o pedreiro, lhe pediu:
Grite alguma coisa.
Saulo, esse era o nome do pedreiro, recordou as lições de dias antes a respeito da palavra e enchendo os pulmões, bradou alto:
Confia em Jesus!
O som estava muito bem distribuído e agradou a ambos.
Passados alguns minutos, adentra a sala um homem de cabelos em desalinho, perturbado, revólver à mão.
Quem gritou? Pergunta. Quem mandou confiar em Jesus?
Saulo é apontado e o homem a ele se dirige. Percebe-se-lhe no olhar a angústia e o desespero.
Joga-se nos braços do pedreiro e chora:
Obrigado, obrigado, amigo.
E porque ninguém conseguisse entender o que estava acontecendo, explica:
Eu estava no terreno da construção. Queria morrer. Estava encostando o cano do revólver ao ouvido, quando escutei seu apelo. Sustei o gesto.
Estou desempregado há muito tempo e sou pai de oito filhos. Confiar em Jesus. Sim. Eu confiarei.
É sempre importante falarmos o bem. Mesmo quando pensemos que estamos sós, pois em verdade não estamos.
Feliz foi o poeta que disse que o homem tem na garganta uma flauta mágica que pode emitir as mais doces melodias. É a voz, talento divino que nos foi dado para o nosso progresso e crescimento dos nossos irmãos.
*   *   *
A guerra nasce da linguagem dos interesses criminosos, insatisfeitos.
A língua guarda a centelha divina do verbo através do qual o homem pode erguer o monumento da paz.
Assim, podemos utilizar a palavra para consolar e edificar os nossos irmãos.

 Redação do Momento Espírita.
Em 9.12.2013.

Impressões negativas

Hoje em dia, grande parte dos pais se preocupa em conduzir seus filhos a um templo religioso, em virtude da situação conflitante por que passa a nossa sociedade.

        Todavia, esses mesmos pais têm encontrado grande resistência por parte dos filhos, principalmente dos jovens e adolescentes.

        Isso nos recorda uma experiência vivida por um casal de amigos.

        Eles tinham um filho de 14 anos que não se interessava em freqüentar as reuniões religiosas junto com os pais, apesar de todos os esforços desses por persuadi-lo.

        Todas as vezes que os pais lhe falavam sobre a necessidade de se buscar a ajuda de Deus para enfrentar, com fé e confiança, as agruras da vida, o filho se mantinha calado, dedilhando sua guitarra, da qual poucas vezes se separava.

        Um dia, já cansados de tentar convencê-lo, sem lograr êxito, os pais foram um pouco mais veementes.

        Aproximaram-se do rapaz e começaram a lhe falar da importância de ele os acompanhar ao templo religioso.

        O garoto, que até então estava calado, segurou as cordas da guitarra com uma das mãos, fitou-os nos olhos, e disse:

        Meus queridos pais: há quanto tempo vocês professam essa religião?

        O pai, imediatamente, respondeu que já fazia 20 anos, e a mãe disse que a professava desde o berço.

        O jovem abaixou a cabeça e continuou a acariciar sua guitarra.

        Mas os pais, inquietos, questionaram com impaciência:

        Filho, você está surdo? Por que não fala direito com os seus pais? Diga-nos, por favor, os seus motivos.

        O rapaz levantou a cabeça novamente, olhou-os com um certo ar de tristeza e falou:

        Eu não queria magoá-los, mas, se vocês insistem...

        Vocês acabaram de me dizer os anos que cada um freqüenta o templo religioso e eu, que na verdade já sabia disso, peço que me digam, com toda sinceridade:

        Prá que serve a religião, se vocês vivem brigando dentro de casa?

        De que adianta buscar um Deus que não consegue fazer com que vocês se entendam e se perdoem, ao invés de viverem aos gritos um com o outro?

        Respondam, com sinceridade, de que vale uma religião se, de vez em quando eu vejo o pai dormindo no sofá e a mãe se debulhando em lágrimas, lá no quarto?

        Será que vocês me acham tão infantil a ponto de me convencer que a sua religião é boa para mim, quando não consegue fazer vocês felizes?

        Não! Eu realmente não perderei tempo com essas coisas que não são eficientes nem para vocês mesmos.

        A história desses amigos vale como motivo de sérias reflexões para todos nós.

        Esquecidos de que nossos filhos são portadores de inteligência e bom senso, queremos que acreditem no que falamos e não no que eles observam no cotidiano, portas adentro do lar.

        É importante que aprendamos a ensinar pelo exemplo e não tentar convencer com teorias vazias.
*   *   *
        Geralmente os responsáveis pelo distanciamento dos jovens do Criador, são os pais, com sua falta de fé ou hipocrisia.

        As religiões trazem, em seus postulados, as diretrizes que conduzem a Deus, mas os religiosos, ou os que se dizem tais, é que não as entendem ou as desvirtuam.

        Assim sendo, se quisermos, sinceramente, aproximar nossos jovens de Deus, aproximemo-nos Dele primeiro.

        Pensemos nisso!

Redação do Momento Espírita, com história adaptada do cap. 
Necessidade de exemplo do livro Crepúsculo de um 
coração, de Jerônimo Mendonça.
Em 05.09.2008.

Terceirizando responsabilidades

Um artigo publicado no jornal nos chamou a atenção, pelo tema enfocado. Tratava das desculpas que sempre damos para justificar a nossa infelicidade.
O articulista dizia que um amigo seu, depois de mais de uma década de casamento infeliz, separou-se e, após temporária euforia, caiu em profunda tristeza.
Curioso, perguntou-lhe: “qual a razão para tanto sofrimento?”.
E seu amigo respondeu: “aquela maldita está me fazendo uma grande falta, pois agora já não tenho a quem culpar pela minha infelicidade”.
O curioso é que muitas vezes nós também agimos de maneira semelhante, pois sempre estamos à procura de alguém a quem responsabilizar pela nossa infelicidade.
E isso é resultado do atavismo que trazemos embutido na nossa forma de pensar e agir.
Quando somos jovens ouvimos nossos pais e amigos dizerem que um dia encontraremos alguém que nos faça feliz.
Então acreditamos que esse alguém tem a missão de nos trazer a felicidade. E passamos a aguardar que chegue logo para fazer o milagre.
Mas, antes disso, quando ainda somos criança, nossos pais acham sempre algo ou alguém a quem culpar pelo nosso sofrimento.
Se nos descuidamos e tropeçamos numa pedra, a culpa foi da pedra, que não saiu da nossa frente.
Se brigamos com o amiguinho, foi ele que nos provocou. Se tiramos nota baixa na escola, a culpa é do professor que não soube nos ensinar.
E é assim que vamos terceirizando nossos problemas e nossa felicidade. E, por conseguinte, as responsabilidades e as soluções.
Se sinto ciúmes, é porque a pessoa com quem me relaciono não permite que eu dirija a sua vida. Embora devesse admitir que é porque não sinto confiança em mim.
Se a inveja me consome, a culpa é de quem se sobressai, de quem estuda mais do que eu, de quem avança e não me dá satisfação dos seus atos.
Se alguém do meu relacionamento tem mais amizades e recebe mais afeto do que eu, fico inventando fofocas para destruir as relações, em vez de conquistar, com sinceridade e dedicação, o afeto que desejo.
Se uma amiga, ou amigo, faz regime e emagrece, e eu não consigo, fico infeliz por isso.
Se tenho problemas de saúde e não melhoro, a culpa é do médico, afinal eu o pago para me curar e ele não cumpre o seu dever..., ainda que eu não siga as suas orientações.
Se não consigo um bom emprego é porque ninguém me valoriza, e às vezes esqueço de que há muito tempo não invisto na melhoria de minha qualidade profissional.
Pensando assim, nós nos colocamos na posição de vítimas, julgando que só não somos felizes por causa dos outros. Afinal, ninguém sabe nos fazer feliz...
Importante pensar com maturidade a esse respeito, pois somente admitindo que somos senhores da nossa vida e do nosso destino, deixaremos de encontrar desculpas, e faremos a nossa parte.
Se seus relacionamentos estão enfermos, analise o que você tem oferecido aos outros. De que maneira os tem tratado. Que atenção tem lhes dado.
Considere sempre que você pode ser o problema. Analise-se. Observe-se. Ouça a sua voz quando fala com os outros.
Sinta o teor de suas palavras. Preste atenção quando fala de alguém ausente.
Depois dessas observações, pergunte-se, sinceramente, se você tem problemas ou se é o próprio problema.
Não tenha medo da resposta, afinal você não deseja ser feliz?
Então não há outro jeito, a não ser enfrentar a realidade...
A felicidade é construção diária e depende do que consideramos o que seja ser feliz.
Se admitimos que a felicidade é uma forma de viver, basta aprender a arte de bem-viver.
E bem viver é buscar a solução dos problemas, sem terceirização...
É assumir a responsabilidade pelos próprios atos.
É admitir que a única pessoa capaz de lhe fazer feliz, está bem perto...
Para vê-la é só chegar em frente ao espelho, e dizer: “muito prazer pessoa capaz de me fazer feliz!”
Pense nisso, e vá em busca de sua real felicidade, sem ilusões e sem medo.
Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em artigo de Oriovisto Guimarães, intitulado “Os verdadeiros inimigos do Brasil”, publicado no jornal Gazeta do Povo, no dia 03/12/2005.

Verdades incontestáveis

Em O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, aprendemos que as verdades espíritas, por pertencerem às leis naturais, se tornarão de domínio público.
Ou seja: todas as gentes as admitirão um dia. E, paulatinamente, é o que temos visto acontecer.
Por isso, quando lemos a história de Todd, em sua experiência de quase morte, pusemo-nos a reflexionar.
É mais um daqueles relatos que nos fala das coisas simples que Deus possibilita aos seus filhos, mostrando como os mundos visível e invisível se interpenetram.
Todd, aos quatro anos, teve um sério problema de saúde, que exigiu fosse submetido a duas cirurgias complicadas, em curto espaço temporal.
Foi exatamente ao ensejo da segunda cirurgia, que o menino se sentiu como que liberto do corpo, em uma outra dimensão, onde encontrou seres espirituais elevados.
E também seu bisavô, que jamais conhecera em sua curta existência infantil, mas que se lhe apresentou, identificando-se.
Certo dia, já recuperado, Todd surpreendeu a mãe lhe dizendo que onde estivera, e ele denominava, segundo sua crença religiosa, de céu, ele conhecera sua irmã.
E, voltando-se de forma rápida para a mãe, indagou: Mãe, você não teve uma minha irmã que morreu na sua barriga?
A mãe teve um sobressalto. O abortamento ocorrido alguns anos antes do nascimento de Todd fora muito doloroso para sua alma.
Por isso, ela e o marido jamais o haviam comentado. Mesmo porque o nascimento de Todd, posterior a esse triste episódio, fora pelo casal entendido como uma recompensa divina.
Uma dádiva celeste pela frustração da gestação anterior, tão aguardada e tão dolorosamente frustrada.
Contudo, agora ali estava um menino de quatro anos a afirmar que conhecera sua irmã, no mundo espiritual. E a dar detalhes: Ela tinha cabelos escuros, diferentemente dele próprio e da outra irmã.
Quando a esposa falou ao marido, ambos se emocionaram. O relato era por demais detalhado. A menina não tinha nome, frisara o menino.
Era verdade. Desde o início da gravidez e ainda não sabendo o sexo da criança, o casal não tinha cogitado de nomes.
E o fato de ter cabelos escuros era outro detalhe interessante. Esse era o grande desejo de Sonia, a mãe. Queria um filho de cabelos escuros, que se assemelhasse a ela.
*   *   *
Embora ainda haja quem duvide que, além desta vida, existe outra vida, plena, rica;
embora haja quem afirme que quem morre na carne, deixa de existir em definitivo, diariamente, Deus dá demonstrações das ricas dimensões espirituais.
A uma criança, sem ideias preconcebidas, permite o vislumbrar de realidades impensadas pelos próprios pais.
A pessoas que têm da vida espiritual conceitos muito bem definidos, rígidos, mostra a infinita realidade do Espírito que nunca morre.
E que se comunica com os amores que continuam no exílio da Terra. Seres que amam, cuidam e têm interesse no progresso e na felicidade dos que permanecem na retaguarda do mundo.
Pensemos nisso e aprendamos a ler as mensagens celestes, nas entrelinhas dos acontecimentos diários, em que a Divina Providência escreve a Sua grandeza e demonstra a infinita bondade.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 17, do livro O
céu é de verdade, de Todd Burpo, com Lynn Vincent, ed. Vida melhor.

Em 16.04.2012.

Seja

Seja Bem Vindo!




"Para mim, as diferentes religiões são lindas flores, provenientes do mesmo jardim.

Ou são ramos da mesma árvore majestosa.

Portanto, são todas verdadeiras."


Mahatma Gandhi


Muita paz, muita luz a todos!

Grandes médiuns e espíritas no mundo

Grandes médiuns e espíritas no mundo
Great Spiritualists and Friends

MOMENTO ESPÍRITA - TEXTOS

Uma Grande Família



“Somos uma grande família dispersa em diversos setores de trabalho com o Espiritismo por nossa bênção de luz. Hoje cada qual de nós permanece em linha particular de luta, mas amanhã estaremos todos novamente reunidos na Vida Real, apresentando, cada qual de nós, a soma dos esforços que levou a efeito para nos desincumbirmos dos sagrados deveres com que fomos agraciados, não é mesmo?”

Chico Xavier – Trecho de carta a D. Neném Aluotto (ex-presidente da União Espírita Mineira) – 08/03/1959.

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Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita